Quais os maiores erros no marketing de influência?

marketing de influência

Desde a descoberta do “efeito Kéfera” pelas marcas, quando em 2015 a popular youtuber Kéfera Buchmann, aos 22 anos, provou ser um fenômeno da internet lotando a Bienal do Livro e tornou seus livros os maiores best-sellers (sim, o feito foi repetido outras vezes!), é que as empresas voltam cada vez mais a atenção e buscam maneiras de engajar seus públicos por meio dos influencers.

O mercado de influenciadores digitais apresenta grandes oportunidades às marcas que desejam se destacar e impactar positivamente os consumidores, mas é preciso atentar aos erros mais comuns no marketing de influência.

É comum notarmos algumas empresas seguindo estratégias inadequadas e, com isso, jogarem dinheiro fora ou pior, serem bombardeadas pelos haters que elas mesmas estimularam em suas ações que caíram em descrédito. Mas como isso é possível? Vamos aos exemplos:

#Ignorar que cada plataforma tem seu público e formato desejado

Deixe a sua vasta experiência com mídia off-line de lado. No marketing de influência é imprescindível definir as estratégias e a criação da campanha baseadas em redes sociais e digital. Saiba usar bem e com criatividade a dinâmica de cada canal.

Lembre-se que a forma, a linguagem e o conteúdo tendem a mudar conforme o meio. Diferente dos tradicionais, como TV e rádio, se não entendermos o que o público quer e precisa consumir, e a maneira como desejam, a campanha pode passar despercebida e não surtir efeito.

Contar com o apoio de especialistas que possam te fazer entender a melhor estratégia para cada marca, pode ser decisivo. Vamos supor que o seu produto/serviço seja destinado para as mães com mais de 40 anos, em qual rede irá investir mais? Instagram, Facebook ou Youtube? Se faz necessário estudar o público e entender como se comporta. Mas aí vai uma dica, as mamães 40+ consomem muito conteúdo no Facebook, pode apostar!

#A marca não ter match com o influenciador

Sim, todos podem ser influenciadores, mas cada um exerce um tipo de impacto diferente. Daí a importância de a marca entender o papel do influenciador em todo este processo.

Se pensarmos no formato de uma pirâmide, podemos entender que a influência pode vir do topo ou da base da pirâmide. Portanto, não queira usar somente a imagem de famosos e mega influenciadores nas campanhas de marketing de influência. Sim, eles são importantes quando se busca maior alcance à campanha. Mas aqueles em ascensão e os que são especializados podem ter maior conexão com os seguidores e, consequentemente, converter mais. Quanto maior a sintonia entre a marca e o estilo de vida do influencer, maior será a autoridade e persuasão.

#Não usar storytelling em seus conteúdos

Nem só de #publipost se vive, é informação junto com publicidade. Isto é o que engaja!

Assim como os jornalistas, os especialistas em marketing de influência sabem o quanto a produção de conteúdo relevante faz a diferença para o público e gera maior interação. Explore ao máximo as abordagens a partir dostorytelling feito com qualidade, apresente conexão de pensamentos e construção de ideias.

#A marca ter medo de se expor (é preciso ser ousado!)

Para maior engajamento nas redes sociais, permita que o creator possa abordar o tema à sua maneira.

Diferente das celebridades que antes interpretavam roteiros nos comerciais, os content creators gostam de criar seus roteiros personalizados.

Entenda que a demanda do público é pela #RealLife, daí o sucesso dos reality shows! Por isso é que as pessoas querem ver a vida das personalidades favoritas como ela é, suas experiências, cotidiano, inclusive, nas redes sociais. Não basta ter apenas um #publipost na timeline, é importante contar com a #ExperiênciaDoUsuário e deixá-lo se posicionar.

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