Relações com a Mídia: a “inteligência humana” por trás da estratégia

Relações com a Mídia: a “inteligência humana” por trás da estratégia

As empresas que buscam serviços de Relações com a Mídia, mais conhecidos como Assessoria de Imprensa, estão interessadas em aumentar a visibilidade da marca – ou de seus produtos – por intermédio da exposição nos meios de comunicação. Trata-se da atividade mais buscada pelas organizações na área.

 

Para nós, uma agência de comunicação corporativa que presta serviços de comunicação integrada com estratégias vencedoras há mais de quatro décadas, a atividade visa construir um relacionamento sólido e duradouro com a imprensa, para divulgação de fatos relevantes e de interesse do público do veículo. Sejam de cunho institucional ou de produtos ou serviços, as notícias têm que ser verdadeiras e transmitidas aos veículos dentro dos preceitos de ética e transparência. Fake News, jamais!

 

Na prática, assessoria de imprensa é uma atividade complexa com muitas variáveis que devem ser consideradas no processo: pressão do tempo do jornalista, disputa pela exclusividade entre as mídias, alinhamento de expectativas entre cliente e jornalista, conflitos de interesse, entre outras. Zelar pela boa imagem e reputação da empresa por meio de uma estratégia eficiente de Relações com a Mídia não é tarefa para qualquer um. Uma rápida leitura nos comentários dos grupos de discussão das redes sociais que reúnem assessores e jornalistas dos veículos comprova que esta relação nem sempre está bem resolvida.

 

Também tem sido preocupante o anúncio de alguns players do mercado de novas tecnologias  com o uso de robôs que mecanizam a atividade de assessoria de imprensa, dispensando o fator humano. É dever de profissionais sérios e experientes alertar para propagandas enganosas que mais confundem os compradores de serviços de Assessoria de Imprensa, banalizando uma atividade importante que exige preparo, dedicação e, acima de tudo, inteligência e estratégia.

 

Os recursos tecnológicos existem e devem ser vistos como aliados no trabalho das agências, apoiando as rotinas e facilitando a tomada de decisões. Aplicamos em nosso dia a dia ferramentas de análise para captação e cruzamento de dados, utilizamos técnicas de SEO para que a comunicação com a imprensa esteja integrada ao ambiente digital, fazemos monitoramento de clipping e redes sociais com o apoio de robôs, mas com nossa inteligência para filtrar os resultados. Da mesma forma, os bancos de dados de jornalistas são automatizados e compete aos profissionais da agência analisar quem de fato deve receber a notícia. Tudo isso para otimizar o tempo e maximizar os resultados.

 

Na era digital, as agências e os profissionais de comunicação corporativa são obrigados a se reinventar diariamente. Mais do que isso, têm que reunir várias competências como:

 

  • Inteligência e visão estratégicas
  • Experiências em diversos setores do mercado
  • Conhecimento das melhores práticas em comunicação corporativa
  • Capacitação para gerar conteúdos relevantes
  • Domínio de todos os serviços e ferramentas de comunicação    
  • Habilidade para interagir com os stakeholders
  • Perfil multidisciplinar
  • Conhecimento de metodologias e ferramentas para monitoramento e análises
  • Proatividade e agilidade para se antecipar ou reagir às mudanças
  • Conhecimento para prevenir e gerenciar crises
  • Ética e transparência

Diante do exposto, temos uma certeza: a de que o diálogo entre a inteligência humana e a inteligência artificial em comunicação corporativa só está começando.

 

Se quiser encontrar tudo isso num mesmo endereço, venha tomar um café com a gente.


Vera Santiago About the author