Tendências para o Marketing de Influência em 2020

marketing de influência

By ADS Comunicação Corporativa

Já passamos da fase de comentar que o marketing de influência é uma novidade. É uma realidade, que não pode mais ficar de fora do planejamento de comunicação de marcas e produtos.

Mas que caminha sob a constante necessidade de renovação, em se tratando do mundo online. Afinal, as redes sociais são dinâmicas, assim como os usuários que as campanhas almejam atingir. Novas ferramentas incentivam novas práticas, novas práticas se tornam recorrentes e produzem novos comportamentos.

Neste 2020 que iniciamos, convém olharmos com atenção para três tendências do marketing de influência. Vamos a elas!

1. Evolução da mensuração de campanhas

Medir os resultados das campanhas de marketing de influência é tarefa mandatória, visto que é preciso comprovar se as campanhas atingiram os KPIs estipulados ou não.

No início da nossa atual “era do marketing de influência”, reinavam métricas como número de curtidas, comentários nos posts e aumento de seguidores. Porém, essas medidas não são suficientes para confirmar se a escolha do influenciador digital foi adequada e se de fato seu trabalho foi efetivo na entrega dos objetivos esperados, por exemplo.

Ou seja, precisamos aprofundar a mensuração de campanhas, diversificando o leque de métricas. Para isso, é útil fazer algumas perguntas:

  • Quem está vendo esse conteúdo?

O público que você deseja engajar com o marketing de influência – a buyer persona – está bem definido, pois não é qualquer pessoa que se conecta com o influenciador digital em um post da campanha. Quando avalia os resultados, você percebe se esse público engajado pertence à região, ou às regiões, que são alvo da campanha? Avalie a demografia da audiência para checar essa informação.

  • Esse público foi efetivamente impactado?

Verifique dados como alcance único, visualizações reais e mais precisas das postagens da campanha. A primeira impressão nem sempre é a que significa, de fato, um impacto real.

  • Essa mensagem convenceu?

Veja o que o público engajado está comentando a respeito. Esse engajamento gerou mais interações com a marca? Fomentou o interesse em saber mais, testar e adquirir o produto? Houve com isso mais acessos ao link parametrizado, consultas nos canais de atendimento e pedidos de compras do produto?

2. Tecnologia e inteligência artificial como aliadas

Nem sempre as manifestações dos seguidores serão conclusivas, nos revelando se houve engajamento, identificação, adesão ou fidelização. E parte do público não deixará outros rastros detectáveis pelas ferramentas tradicionais de monitoramento. Como avançar então para entender melhor o comportamento do público e atingi-lo com mais eficácia?

É hora de pedir auxílio à tecnologia e à inteligência artificial. Elas possibilitam muito mais assertividade e detalhamento nas buscas por público e influenciadores. A inteligência artificial já é capaz de recomendar hashtags para serem incluídas nos posts e horários de postagem mais adequados, nas variadas redes sociais.

Ou, em um nível mais complexo de interpretação, de analisar a qualidade e a espontaneidade de uma reação ou comentário a uma postagem. Possibilidades que impressionam!

Mas é sempre bom lembrar da importância do gerenciamento humano sobre essas inovações tecnológicas, a fim de dar sentido às informações extraídas e aproveitá-las ao máximo em favor da elaboração de estratégias mais eficazes.

3. Gerar identificação, ganhar engajamento

Estabelecer e atualizar as causas e propósitos da sua marca parece uma lição de casa defasada, extraída dos manuais de comunicação corporativa, relações públicas e marketing do século 20? Ledo engano!

Em meio a bilhões de perfis de marcas, instituições, figuras públicas e notáveis em seus segmentos de atuação, quais deles as pessoas vão optar por seguir nas redes sociais? Que fatores vão interferir nessa decisão?

A identificação é um dos aspectos mais fortes. Se me identifico, gosto. Se gosto, sigo. E o que nos leva a ter identificação com uma marca? É algo bem maior do que um produto de qualidade, que atenda às nossas expectativas como consumidores.

São as causas e propósitos, que reconhecemos como fundamentais pelo valor social e o bem que promovem. Principalmente se forem as causas de que compartilhamos, na esfera pessoal.

As redes sociais nos permitiram encontrar facilmente quem compartilhasse das nossas causas, esteja fisicamente onde estiver. Formamos grupos e comunidades, orientados pelo mesmo interesse. Desenvolvemos uma conversa madura nesses fóruns.

É nessa conversa que as marcas tentam entrar, demonstrando que se orientam pelas mesmas causas. Mas é difícil não passar uma imagem de oportunismo, de que a marca quer participar apenas para vender seu peixe.

Como fazer? O influenciador digital, naturalmente vinculado à causa, pode ser a ponte para a identificação e o engajamento realmente fluírem, a marca ser aceita pelo grupo e converter os membros da comunidade em seus fãs. Por isso, escolher o influencer certo é tão importante.

Quer inserir sua marca no universo do marketing de influência? Nós conhecemos os passos. Então, vamos conversar!

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